Decisões
Pois bem, decisões. Após falarmos do maior medo deste tema (arrependimento) passemos agora adiante, a decisão em si. Aquilo que pode acabar com nossas vidas ou dar-nos um motivo para viver, aquilo que pode destruir relacionamentos ou construir novos. Aquilo, que em sua essência é tão necessário e relativo que por mais que não queiramos, tem sempre uma decisão a se fazer, e o pior, muitas vezes tem-se medo das conseqüências de nossas decisões. Decisão, o composto de nossa vida.
Cada vitória, e cada derrota, tudo o que temos e perdemos, tudo esta interligado com nossas decisões. É óbvio, que não sejamos egoístas, há realmente a interferência alheia sempre, como maior exemplo, o “sim ou não” da pessoa amada. Mas levemos em conta este exemplo, porém, de forma mais peculiar. Peguemos aquele casal feliz que neste exato momento esta a se casar. Agora, argumentemos. Eles estariam juntos se não tivessem decidido amar um ao outro respeitando os limites e as diferenças? Eles estariam juntos se a mulher não tivesse decidido perdoar o homem após aquela discussão de tarde de domingo? Ela teria a chance de perdoá-lo caso ele não tivesse decidido largar o orgulho e pedir desculpas? Teria sido diferente se antes disto a mulher tivesse decidido negar o amor do homem por medo de se arrepender ou alguma incerteza? E se o homem não se declarasse? E se o colega de trabalho/classe que lhe apresentou sua futura esposa tivesse decidido que não seria uma boa idéia perturbá-lo com isto? E se ela decidisse sair do local de trabalho/estudo antes de lhe conhecer? E se... Bem, creio que com este demorado exemplo, tenha eu deixado claro para o leitor que o curso de sua vida dependerá não apenas de sua decisão, mas de outras pessoas. Mas que a decisão em si é o fator agravante para que mudanças sejam feitas. Porém, não pense você que será apenas escravo das outras pessoas, as maiores decisões são feitas por nós e por nossa força de vontade... Viva.
Sinceramente, leitor, eu mesmo estou achando um tanto quanto inútil falar sobre este assunto por já ter em mente. Mas penso naquelas pessoas que até hoje sofrem por uma decisão feita ao medo. Compreendo que cada decisão tenha seus perigos, mas o medo e a felicidade são antônimos vitais. .Nunca iremos adquirir a felicidade pelo medo. Sei que também é suicídio ignorar o medo (apesar de viver assim), mas convicto direi, leitor, se há possibilidade de alcançar sua felicidade mesmo se isto lhe custar um pouco de sacrifício, não deixe de tentar. Pois o mais infeliz é aquele que morre arrependido de nunca ter decidido mudar as coisas para alcançar sua felicidade. Para toda decisão há seus pontos positivos e negativos. Abre oportunidades e encerram outras. Com tudo pode-se perder o medo do erro, pois, torna-se inútil. Não deixe sua felicidade morrer junto à suas decisões, pois a felicidade é vingativa, você por medo matará a felicidade, mas é isto que aos poucos matará você.



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