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Comportamento Humano - I

Saudações novamente, aqui é novamente Zerum. Estive pensando no que poderia fazer como primeiro post meu aqui em Hidden World. Pensei em falar um pouco sobre os Mayas, talvez Nostradamus, ou até colocar algo sobre Pink Floyd, porém, sinceramente, após uma noite como esta, que por azar ainda estou presenciando, precisava então escrever um pouco sobre a minha concepção de atitude e personalidade. Primeiramente, gostaria de deixar claro que sou uma pessoa que leva a teoria da relatividade para a vida, então cabe ao leitor compreender que qualquer coisa que eu comentar aqui será de minha própria vista e análise, nada que eu possa considerar profissional, mas resumindo, é meu ponto de vista baseado unicamente em minha concepção de certo. Levemos em conta desde o início que o ‘certo’ é relativo em si. Mas prossigamos.

Vivemos em uma sociedade atual em que os valores estão degradados, corrigindo, o qual nunca houve um verdadeiro valor, mas fazemos o favor de tornar este fato pior a cada ano que se passa. Entendo que hoje em dia é natural se falar de sexo com pessoas do sexo oposto, ou mesmo chegar fazendo piadas que para um grau de ‘normalidade’ padrão, seria considerado constrangedor, até posso entender o fato de que o culto a própria mente e ao corpo já não seja algo tão procurado por cada indivíduo. Mas cá entre nós, desrespeitar todo e qualquer ato que se encontre ao caminho é algo definitivamente ridículo. Tive o ‘privilégio’ de observar uma cena comum para uma pessoa... Diria até comum para mim mesmo, pois tenho de presenciar o mesmo todos os dias, mas há momentos que não dá para se conter. Como o assunto é amplo, vou reduzi-lo agora para melhor compreensão, o que quero me referir é ao modo que uma pessoa trata a do sexo oposto, levando em conta as diferenças de desconhecidos, colegas, amigos e namorados/casados/coisas do tipo.

Não julgo a minha educação a mais certa de todas, nem meu modo de ver, mas sempre quando se trata em como tratar, ao meu exemplo, uma garota, entendo muito bem que devemos tratar com respeito e compreender os limites estabelecidos fisicamente e psicologicamente. Citarei exemplos simples e claros. Quando se trata de uma amiga sua, apenas amiga, que não seja tão desconhecida, mas que ao mesmo tempo você não tenha tanta afinidade. Seria sensato você abraçar a pessoa e/ou dar beijo no rosto para cumprimentar, também não se deve passar despercebido que durante a gesticulação para com a conversa, não lhe impede invadir o espaço físico da pessoa para demonstrar algo ou por ser uma pessoa mais sinestésica, você manterá o nível da conversa padrão entre duas pessoas, sendo que você não tem tanta intimidade, você, caso entre em uma conversa mais íntima, não irá detalhar coisas ou insinuar outras que acabem por constranger a pessoa. De acordo o que qualquer pessoa entenda, o constrangimento vindo por argumentos ‘mal vindos’ é sinônimo de que a conversa não está fluindo bem.

Agora... Após este exemplo tomemos partido de outros, porém, mostrando uma situação um pouco mais grave, sendo esta para mim, caro leitor, uma visão cotidiana de indignação, à qual entendo que haverá muitas pessoas que acharão normal isto, mas particularmente não me importo, eu não sou alguém que me conforma com a normalidade. Devemos a seguinte imagem, se referindo ao mesmo caso anterior da qual a pessoa seria apenas amiga e não totalmente intima por algum motivo: O homem no caso entra no cômodo em que se encontra esta pessoa, solta um arroto como se estivesse em casa, começa a falar sobre coisas obscenas e como se não bastasse, envolveria a imagem da pessoa nessas obscenidades, usando argumentos pútridos e mal fundados, logo após começa a falar de sexo com a garota, argumentando que não é algo para se ter vergonha, mas uma normalidade, e ainda fazer o favor de comentar que Freud dizia que o maior sonho do homem seria transar com sua própria mãe, e a melhor parte de todas seria o homem em questão concordar com a afirmação. Tudo isto, pasme ou não caro leitor, de uma forma aleatória e sem muitas explicações lógicas para o início da conversa, apenas um ‘dia de liberdade’... Após ter por muito mexido com a garota e mostrar o quão ‘puro’ é, abraçá-la sentando em seu colo. Para finalizar o maravilhoso diálogo, ainda encerrar como um macaco mal educado de circo brincando com o próprio cuspo. E deixo claro, o homem em questão não está bêbado.

Pois bem, meus pêsames para quem não achou nada demais nesta cena, digo que pessoas bem conformadas são aquelas que desistiram de lutar pelos seus sonhos. Mas o que vem ao caso, é que eu sofro para entender o que se passa na cabeça de uma pessoa como esta, mas ao final eu consigo chegar as minhas conclusões, comprovando assim inúmeras outras. Sejamos sensatos... Crianças de três anos fazem as mesmas coisas para chamar a atenção. Mas não entrarei a fundo nesse assunto por agora, por aqui termino o meu ‘desabafo’, e em uma próxima oportunidade, prosseguirei com meus pensamentos sobre comportamento humano, a meu ver. Espero que tenha ficado claro o suficiente a imagem que queria passar, para em uma próxima, e não decida, retomada do assunto, poder concluir meu pensamento.

Um grande abraço para todos, e para quem ler, seria ótimo encontrar alguns comentários, não é difícil comentar, apenas ter paciência para ler tudo isto é um começo.